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Aparentemente por questões relacionadas com o Metro do Porto

Mário de Almeida, Narciso Miranda e Oliveira Marques ouvidos pela PJ

22.03.2005 - 18:38 Por Lusa

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Os três responsáveis do Metro do Porto estiveram 45 minutos nas instalações da PJ portuense Os três responsáveis do Metro do Porto estiveram 45 minutos nas instalações da PJ portuense (Fernando Veludo/PÚBLICO)
Os presidentes das câmaras municipais de Vila do Conde e de Matosinhos, Mário de Almeida e Narciso Miranda, respectivamente, e o presidente da Comissão Executiva do Metro do Porto, Oliveira Marques, foram hoje ouvidos na Polícia Judiciária (PJ) do Porto, aparentemente por questões relacionadas com aquela empresa de transportes.

Mário de Almeida, autarca de Vila do Conde e administrador da Metro do Porto, afirmou que a PJ pretendia saber se tinha participado numa reunião em que foi abordada uma empreitada do Metro do Porto envolvente à Casa da Música.

À saída das instalações, o autarca socialista acrescentou ter sido convidado pela PJ a prestar esclarecimentos no âmbito de um processo que considerou "colateral" ao denominado "Apito Dourado", que envolve suspeitas de corrupção na arbitragem portuguesa.

Mário de Almeida esteve nas instalações da PJ durante 45 minutos. "Como não estive na referida reunião, foi uma conversa rápida", disse o autarca.

Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal de Matosinhos e também administrador da Metro do Porto, Narciso Miranda, limitou-se a dizer que foi convocado para ser testemunha de um processo relacionado com as funções que desempenha na administração do Metro do Porto.

O autarca socialista referiu ainda desconhecer "processos de apitos dourados, alaranjados ou vermelhos", quando saiu das instalações da PJ, onde também esteve 45 minutos.

Já Oliveira Marques, presidente da Comissão Executiva do Metro do Porto, esteve também durante três quartos de hora nas instalações policiais, não tendo, à saída, prestado quaisquer declarações.

Também na sede da PJ do Porto esteve esta manhã o presidente da Câmara Municipal de Marco de Canaveses, Avelino Ferreira Torres, alegadamente ouvido como testemunha no âmbito do processo "Apito Dourado".

O presidente da Comissão de Arbitragem da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, Luís Guilherme, encontra-se ainda nas instalações da PJ portuense para prestar depoimento no âmbito do mesmo processo.

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