• Petiscos com frango, das moelas à batata doce
  • Um país desigual na factura da água
  • Restaurantes de topo com menus a 20 euros

Em causa negociação do acordo empresa

Lisboa: Sindicato espera adesão total dos fiscais da EMEL à greve de hoje

26.05.2009 - 07:53 Por Inês Boaventura

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
Os trabalhadores exigem ainda "maior segurança para os trabalhadores da fiscalização" Os trabalhadores exigem ainda "maior segurança para os trabalhadores da fiscalização" (Joana Bourgard (arquivo))
Os trabalhadores da Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa (EMEL) estão em greve durante todo o dia de hoje, devido ao atraso na negociação do acordo de empresa, que se arrasta há vários anos, e em protesto contra aquilo que dizem ser a "indiferença" da Câmara de Lisboa.

A paralisação foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, que espera que pelo menos 200 dos cerca de 350 trabalhadores da empresa adiram à iniciativa. A sindicalista Alexandra Pais acreditava ontem que nenhum funcionário do sector da fiscalização vai trabalhar. Quem pensar aproveitar a ocasião para estacionar sem pagar não deve esquecer que a greve é apenas da EMEL e não da Spark, que emite os chamados avisos de pagamento aos automobilistas em falta.

Na origem do protesto está, segundo Alexandra Pais, o facto de ainda não terem sido concluídas as negociações do acordo de empresa, iniciadas "há cinco anos", e a ausência de uma resposta para as "muitas agressões" aos trabalhadores da fiscalização. A sindicalista alerta ainda para a existência de problemas de higiene no parque de Sete Rios e para a falta de condições de trabalho na cave das instalações da Avenida de Berna.

Os grevistas vão concentrar-se junto à Praça do Município ao fim da manhã, em protesto contra a "indiferença" da Câmara de Lisboa, que, no entender do sindicato, "sabe o que se passa mas não se responsabiliza".

Fonte oficial da EMEL confirma que "o acordo de empresa está para ser concluído há uma série de anos", sublinhando que a actual administração só tomou posse "há dois meses" e "apesar disso já se reuniu com os sindicatos". O porta-voz da empresa acrescenta que os seus funcionários "tiveram os ordenados aumentados em 2,9 por cento, têm um bom sistema de saúde e os empregos garantidos".

A mesma fonte admite que no palacete da Avenida de Berna "as condições de trabalho podem talvez não ser as ideais para toda a gente".

Notícia substituída às 9h14

Estatísticas

  • 12 leitores
  • 14 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1382924

Comentário + votado

Vamos lá ver se...

...se os mesmos que fizeram greve vão agora sentar-se à mesa com os "tachistas" ...

31 da DesArmada

23.04.2010 16:54

X

Mais em Local (2 de 10 artigos)

Umas zonas do percurso são de mais fácil acesso do que outras Passeio público em Albufeira atravessa vivendas com jardim até à crista da falésia