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Unidade pronta na Primavera de 2011

Júri recebe cerca de dezena e meia de propostas para construção do Hospital de Amarante

09.03.2009 - 20:44 Por Lusa

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Júri do concurso está a analisar as propostas Júri do concurso está a analisar as propostas (Fernando Veludo (arquivo))
O concurso público internacional para a construção do novo Hospital de Amarante recebeu cerca de dezena e meia de propostas, disse hoje o presidente do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa.

As propostas candidatas à construção da unidade hospitalar estão agora a ser analisadas pelo júri do concurso, que determinará as que são admitidas e que passam à fase de análise técnica e financeira, referiu José Alberto Marques. O Hospital de Proximidade de Amarante tem uma estimativa orçamental de 38 milhões de euros e deverá entrar em funcionamento em Abril ou Maio de 2011.

O administrador do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa mostrou hoje à comunicação social o local onde vai ser construído o equipamento, em Telões, Amarante, ao lado da variante do Tâmega. "As obras começam no terreno em Junho ou Julho deste ano, se não se registarem atrasos no processo de adjudicação da obra", garantiu o presidente do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, ressalvando eventuais impugnações do acto administrativo por parte dos concorrentes preteridos.

O hospital será implantado num terreno de oito hectares, cedido pela autarquia de Amarante, e terá uma área bruta de construção de aproximadamente 20 mil metros quadrados. A área útil de construção, em quatro pisos, é superior a nove mil metros quadrados.

A unidade será vocacionada para cirurgia de ambulatório, com três blocos operatórios e capacidade para cerca de 40 intervenções diárias. O futuro hospital de Amarante terá uma urgência básica, ligada por telemedicina com a unidade principal, em Penafiel, e capacidade de internamento de 60 camas, destinadas sobretudo à valência de medicina interna.

O administrador do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa realçou a "eficiência energética" do edifício, projecto da filial portuguesa da empresa espanhola IDOM. "Tem uma classificação de classe A, muito pouco frequente em edifícios desta dimensão", salientou José Alberto Marques.

O Hospital de Amarante será co-financiado em cerca de 17 milhões de euros (50 por cento do investimento inicial ilegível) pelo Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN), cabendo ao Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa suportar os restantes 21 milhões de euros, montante que já inclui o equipamento cirúrgico.

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