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Actualização - Militar está fora de perigo

Homem que baleou GNR continua barricado sem dialogar

16.01.2006 - 19:02 Por Lusa

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O agente ferido encontra-se internado nos cuidados intensivos do Hospital de São José, em Lisboa O agente ferido encontra-se internado nos cuidados intensivos do Hospital de São José, em Lisboa (Miguel Madeira/PÚBLICO (arquivo))
O homem que feriu com gravidade um militar da GNR e que está barricado desde as 12h00 de hoje em Adega, Sobral de Monte Agraço, deixou de dialogar com os negociadores que se encontram no local.

"Pura e simplesmente não está a dialogar connosco. Estamos a ter dificuldades porque desligou o telefone e o telemóvel", disse à Lusa o tenente-coronel Cardoso Pereira, um dos responsáveis pela operação.

O homem barricou-se depois de ter disparado vários tiros contra os seis elementos da GNR que pretendiam fazer uma busca à sua casa em cumprimento de um mandado judicial. Um dos guardas foi atingido no rosto por um tiro de caçadeira, ficando gravemente ferido.

O oficial acrescentou que, apesar destas dificuldades, os militares da GNR estão a evitar o uso da força.

"O objectivo é que o homem se entregue às autoridades", sublinhou.

A GNR montou um perímetro de segurança com o duplo objectivo de vedar o local e proteger os moradores das habitações vizinhas.

O trânsito na Estrada Nacional 240 entre Sobral de Monte Agraço e Arruda dos Vinhos está a ser desviado por Monfalim.

Segundo o tenente-coronel Cardoso Pereira, que falou aos jornalistas por volta das 17h45, estão envolvidos nesta operações equipas de negociações, Polícia Judiciária e Companhia de Operações Especiais da GNR.

O oficial relatou ainda que tudo começou ontem, com a detenção do filho do homem barricado, que estava indiciado por furto de veículos e a residências.

Os seis elementos da GNR que cumpriam o mandado, "sem que nada o previsse", foram recebidos com tiros de caçadeira, um dos quais atingiu no rosto um militar do destacamento de Vila Franca de Xira.

O agente ferido encontra-se internado nos cuidados intensivos do Hospital de São José, em Lisboa.

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Há algum refém?

Se não há, do que é que estão à espera? Não têm gás lacrimogénio?

Anónimo

16.01.2006 22:38

X

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