A electricidade estática pode estar na origem do incêndio de grandes proporções que destruiu esta tarde um armazém de tintas com 400 m2 na zona industrial da Maia.
O armazém, com apenas dois anos, pertencia à empresa Expoquímica, que empregava sete pessoas, duas delas as proprietárias da empresa. O armazém ficou totalmente destruído.
Chegou a falar-se da activação do plano de emergência municipal, e até distrital, uma vez que o armazém afectado estava próxima de uma fábrica de óleos, o que se temia que aumentasse a gravidade e dimensão do incêndio. Mas os bombeiros conseguiram evitar a propagação das chamas, salvando essa fábrica.
O incêndio mobilizou 103 bombeiros, 30 viaturas de combate às chamas e 13 corporações.
Um dos bombeiros ficou ferido durante o combate ao incêndio, tendo sido assistido no Hospital Pedro Hispano, mas sem gravidade. Um dos proprietários da empresa também foi assistido a uma queimadura de primeiro grau.
Várias pessoas acorreram ao local e chegaram mesmo a ser interpeladas pelos bombeiros para que se afastassem a fim de deixarem que os trabalhos se desenrolassem com normalidade. A rápida intervenção das corporações era muito falada entre os presentes no local.
O incêndio deflagrou perto das 15h00 e por volta das 17h30 algumas corporações começaram a dispersar.


