Director nacional da PJ garante que "onda de assassínios" no Porto vai parar 
10.12.2007 - 17:17 Por Lusa
O director nacional da Polícia Judiciária (PJ) manifestou-se hoje convicto de que a situação de crimes violentos no Porto "vai parar" e que as investigações estão "bem encaminhadas".
Um segurança foi assassinado ao final da noite passada em Gaia. Segundo fonte policial, citada pela Lusa, trata-se do mesmo homem que acompanhava o empresário Aurélio Palha, morto a tiro no final de Agosto, no Porto.
Hoje, à margem do encerramento da exposição "Contra a Corrupção: Integridade e Transparência", no Ministério das Finanças e da Administração Pública, o director nacional da Polícia Judiciária declarou aos jornalistas ter estado esta manhã em contacto com o director nacional adjunto da Judiciária do Porto e assegurou que as investigações "estão devidamente encaminhadas". "Estamos a trabalhar muito intensamente nesta área", disse Alípio Ribeiro, admitindo contudo que "é um assunto que preocupa" as autoridades, a que estão "a dedicar o máximo" de atenção.
"Estou esperançado que vamos esclarecer num tempo curto todos estes assuntos", salientou Alípio Ribeiro.
Questionado sobre os mais recentes casos de assassínios no Porto, alegadamente entre grupos rivais que operam na noite portuense, Alípio Ribeiro disse apenas: "Vai parar. Tenho a certeza disso".
O crime de domingo à noite, em Gaia, ocorreu doze dias depois de um outro segurança ter sido morto na zona ribeirinha da Alfândega.
Entre os seis assassínios ocorridos no Grande Porto nos últimos seis meses, o caso mais mediático foi o do empresário Aurélio Palha, dono da discoteca Chic, morto a tiro a partir de um carro em andamento.
Restam 1200 caracteres
Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados.
Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.

