O concurso público internacional da Cidadela é apresentado hoje pelo presidente da Câmara de Cascais, António Capucho, no Centro Cultural de Cascais. O concurso possibilita a construção de espaços culturais, hotéis e apartamentos turísticos na antiga instalação militar.
Em 2006, o primeiro concurso de exploração da fortaleza só recebeu uma proposta que não foi aceite pelo júri. O Governo alargou em Junho passado o prazo de reafectação municipal de 35 para 50 ou 75 anos, mediante uma compensação financeira de cerca de 1,8 ou 2,8 milhões de euros, respectivamente.
Os promotores candidatos têm até 9 de Janeiro de 2009 para apresentar soluções de ocupação dos 17.555 metros quadrados a concessionar, sem exceder o limite máximo de área bruta de construção - 14 mil metros quadrados, 3200 metros quadrados dos quais correspondentes a novas edificações.
A nível do património já existente, o futuro concessionário da Nova Cidadela terá de investir mais de oito milhões de euros em reabilitação.
De acordo com a autarquia, os equipamentos com utilidade turística e cultural deverão preencher pelo menos 70 por cento da área bruta. Enquanto os apartamentos turísticos não poderão ultrapassar os 20 por cento da mesma.


