O presidente do PSD-Madeira, Alberto João Jardim, disse ter "muito receio" da abstenção nas eleições de hoje, mas espera receber os "votos que sobrarem dos outros partidos" políticos.
Depois de ter votado na Escola Secundária Francisco Franco e confrontado com as queixas apresentadas pelo PS-Madeira, designadamente boletins de voto em menor número do que os indicados pela Comissão Nacional de Eleições em algumas mesas de voto, João Jardim disse "estar nas tintas" e adiantou ser isso um costume dos socialistas. "Esses são os herdeiros da PIDE", afirmou.
O líder dos sociais-democratas da Madeira sublinhou que as últimas sondagens foram feitas "contra o PSD" no sentido de desmobilizar a ida às urnas.
Jardim deseja "um regime democrático para Portugal"
Alberto João Jardim explicou que é contra o regime da Constituição de 1976 e desejou "um regime democrático para Portugal e não esta tontice institucionalizada".
"Num país que cultiva o pensamento único desde as instituições políticas e do Estado até à comunicação social, quem é contra o pensamento único tem sempre contra si o sistema", acrescentou ainda João Jardim.


