Em 2004 o Goldman prometeu privatizar a Galp e reestruturar a EDP a troco de um pagamento de 18 milhões de euros. As coisas não correram bem. Em 2008 o banco vendeu à Metro do Porto o swap “mais estúpido do mundo”.

  • Em 2004 o Goldman prometeu privatizar a Galp e reestruturar a EDP a troco de um pagamento de 18 milhões de euros. As coisas não correram bem. Em 2008 o banco vendeu à Metro do Porto o swap “mais estúpido do mundo”.

  • O governo, diz a Amal, tenta “cativar” os autarcas para fecharem os olhos à pesquisa e exploração de hidrocarbonetos, mas não consegue. Em vez das energia fóssil, propõe-se uma alteração legislativa para as renováveis

  • Regulador voltou a pedir os contratos de aprovisionamento com a Argélia e a Nigéria que deram origem à taxa de 50 milhões que a petrolífera recusa pagar.

  • Empresa concluiu com sucesso a venda da sua participação na petrolífera portuguesa.

  • Sociedade controlada pelo empresário português, e onde também está a Sonangol, deverá regressar aos 33,34% que detinha na Galp antes do acordo para saída da Eni.

  • Além de Rocha Andrade, também o secretário de Estado da Indústria, João Vasconcelos, prescindirá de tomar decisões sobre a Galp. Os três secretários de Estado que viajaram a convite da empresa vão passar situações que envolvam a Galp aos ministros.

  • Se o secretário de Estado for chamado a intervir em processos relacionados com a petrolífera, caberá a Centeno fazê-lo. Rocha Andrade reconhece a “repercussão pública” do caso das viagens do Euro.

  • Indústria petrolífera dá emprego a 20 mil pessoas e paga remunerações mais elevadas que a média nacional.

  • O problema não está apenas nas inconsistências do Código de Conduta do Governo, mas na manifesta tendência de legislar em resposta a escândalos e para inglês ver.