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Ministério alega que medida não tem efeito suspensivo

Tribunal aceita mais uma providência cautelar sobre avaliação de desempenho dos professores

13.02.2008 - 18:10 Por Lusa

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A avaliação de professores fica para já suspensa por ordem do tribunal A avaliação de professores fica para já suspensa por ordem do tribunal (Luis Efigénio (arquivo))
O Tribunal Administrativo de Lisboa aceitou hoje mais uma providência cautelar entregue pelos sindicatos de professores, a terceira no total, que visa a suspensão de dois despachos do Ministério da Educação no âmbito do processo de avaliação dos docentes.

Na sexta-feira, o mesmo tribunal aceitou uma providência cautelar entregue pelo Sindicato Independente e Democrático dos Professores (Sindep) e segunda-feira foi a vez de o Tribunal Administrativo de Coimbra dar deferimento a uma outra, a primeira da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), que hoje vê assim ser aceite a sua segunda providência com a mesma intenção.

No entender das estruturas sindicais, a aceitação das providências cautelares tem desde já efeitos suspensivos. Os documentos entregues pelos sindicatos visam a suspensão de dois despachos ministeriais.

Um dos despachos incidia sobre a delegação de competências na presidente do Conselho Cientifico para a Avaliação de Professores (CCAP) tendo em vista a produção de recomendações, já que este orgão ainda não se encontra formalmente constituído, o que os sindicatos afirmam ser ilegal.

No entanto, o Ministério da Educação considera que a aceitação das providências não tem qualquer efeito suspensivo sobre o processo de avaliação, pois o que foi pedido foi a suspensão da eficácia dos despachos e não do processo de avaliação.

O Governo entende ainda que mesmo que as providências cautelares sejam julgadas favoravelmente pelos tribunais isso não colocará em causa o processo de avaliação, defendendo que não era obrigatório que as escolas esperassem pelas recomendações do CCAP para produzirem os instrumentos de registo.

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Comentário + votado

Ao anónimo do Porto

14.02.2008 - 12h15 - Anónimo, Porto "Quem não deve não teme, senhores professores. Se me dessem a ...

Anónimo

15.02.2008 01:04

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