O Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup) e a Federação Nacional de Professores (Fenprof) anunciaram hoje a elaboração de uma proposta conjunta para alterar as regras de transição no âmbito dos novos estatutos das carreiras docentes.
Os sindicatos defendem que o regime de transição para o novo modelo, publicado este ano, “apresenta um conjunto de situações de injustiça relativa que importa corrigir urgentemente”.
As estruturas sindicais anunciaram que decidiram unir esforços para alterar vários pontos no regime transitório do ensino politécnico, para garantir “paridade e semelhança de tratamento” com o universitário e que as medidas de transição respeitem a anterior carreira e “esforço feito por todos os docentes equiparados do politécnico”.
O SNESup e a Fenprof querem também condições e oportunidades para que todos os actuais docentes possam cumprir os novos requisitos das carreiras, “mantendo-se no sistema se for essa a sua vontade”.
Ambas as organizações defendem que os movimentos de docentes surgidos durante a contestação aos diplomas participem “activamente na definição das reivindicações comuns”.


