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Uma história recente

Os rankings só têm efeitos no Reino Unido

13.06.2010 - 09:01

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Na maior parte dos países da União Europeia, só existem exames nacionais obrigatórios para a progressão nos estudos a partir do 8.º ou do 9.º ano. As excepções são a Polónia, a Bélgica francófona e o Luxemburgo. Um estudo realizado no ano passado pela rede Eurydice, uma organização que difunde informação e análise comparada sobre as políticas e os sistemas educativos europeus, lembra que a expansão dos exames nacionais na UE deu-se a partir de 1990.

Nessa altura eles permaneciam extintos em Portugal, embora o país tenha sido dos poucos que, no passado, já experimentara a selecção por via dos exames, que foram realizados por cá a partir de 1947. Depois de uma interrupção após o 25 de Abril de 1974, voltaram a realizar-se a partir de 1997 para o secundário e de 2005 para o 9.º ano.

Ao contrário de Portugal, em 11 países europeus, as provas são concebidas por agências independentes do Ministério da Educação. Em quatro são elaboradas por universidades. Na maior parte da UE os resultados dos exames por escola não são publicados e em alguns países está determinado por lei que não podem ser utilizados para elaborar rankings de escolas. Estão neste caso, entre outros, a Finlândia, a França e o Luxemburgo.

Na Dinamarca, Holanda, Polónia, Islândia, Portugal e Reino Unidos não existe esta proibição. Mas só no Reino Unido é que os rankings acabam por ter efeitos, dado que os pais têm liberdade de escolher a escola para os seus filhos. Na maioria dos países da UE, os exames equivalentes aos do 9.º ano incidem sobre a língua materna e Matemática. Mas vários países anunciaram já que vão ampliar o número de disciplinas sujeito a exame.

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Considerações

Não percebo o teor desta notícia. É confusa, diria até irrelevante na sua forma ...

Anónimo

14.06.2010 00:32

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