Apesar do exame não contar para a classificação final

Nervos e muita ansiedade antes da realização da prova de aferição de Português

18.05.2009 - 12:25 Por Lusa

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O "nervosismo" reinava hoje na Escola Quinta de Marrocos, em Benfica O "nervosismo" reinava hoje na Escola Quinta de Marrocos, em Benfica (Nelson Garrido (arquivo))
Nervos e muita ansiedade dominavam hoje os alunos de uma escola em Lisboa antes da prova de aferição de Língua Portuguesa do sexto ano. Apesar da pressão, todos prometeram dar o seu melhor. Milhares de alunos em todo o país realizam hoje e quarta-feira as provas de aferição do quarto e sexto anos de escolaridade de Língua Portuguesa e Matemática.

O "nervosismo" reinava hoje na Escola Quinta de Marrocos, em Benfica. "Estou um bocadinho nervosa, mas mais para a prova de Matemática", disse Patrícia, aluna do 6.º ano. Para se preparar para o exame, fez várias provas e estudou a matéria desde o 5.º ano de escolaridade. "Depois tirei as dúvidas na escola e em casa", contou.

Apesar de a prova não contar para a avaliação, Patrícia sente o peso da responsabilidade: "o meu nome vai estar afixado para a escola inteira e se houver bons resultados vão ficar com boa impressão da escola". Para Inês também "é importante a escola ficar bem classificada" e, para poder contribuir para esse resultado, estudou muito. "Fiz várias provas de aferição em casa e li várias gramáticas", disse aluna, mostrando-se muito nervosa com a aproximação da hora do teste.

Antes de sair de casa, os pais disseram-lhe para dar o máximo e para ir tranquila. Com as pernas a tremer, Maria disse estar "nervosa". Apesar de se considerar "preparada", confessou ter "medo de tirar um 'D' [negativa] na prova". Mais calmo estava Francisco, que disse ter estudado "muito". "Fiz várias provas e a minha mãe e os professores ajudaram muito". "Estou com esperança de ter boa nota e vou dar o meu melhor", disse, convicto.

Quarta-feira é dia de Matemática

Cláudio também espera conseguir uma "boa nota" no exame. Para a prova contou com o apoio dos professores e com os testes de apoio que realizou em casa. Quarta-feira repete-se a "dose" com o teste de Matemática, mas Cláudio garante que "está pronto para tudo", apesar da pressão que tem sentido por parte dos professores e dos pais para tirar boas notas.

"Quando acabar vai ser um grande alívio", sublinhou o aluno, que discorda da realização das provas de aferição por não contaram para avaliação. "Os alunos dos outros anos é que ficam a ganhar porque não têm aulas", comentou bem-disposto.

Para Afonso, a prova poderá tornar-se mais difícil porque não pôde contar com o apoio da professora de Português que está de baixa de parto. "Este período não tivemos professora de Português e não houve preparação nenhuma", contou Afonso, que apenas contou com o apoio dos pais para aprender a matéria. Henrique encontra-se na mesma situação. Para estudar recorreu à Internet, onde foi buscar testes para realizar com a ajuda dos pais. Mesmo assim está convicto de vai conseguir bons resultados na prova.

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Nervos....

Autentica palhaçada..... Para aferir o sistema bastaria fazê-lo apenas por uma amostra. Como o País ...

Anónimo

19.05.2009 02:05

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