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Seminário da Inspecção-Geral de Educação

Ministra da Educação admite alargar programa de intervenção prioritária

28.04.2009 - 21:25 Por Lusa

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Maria de Lurdes Rodrigues referiu que as escolas têm "pontos de partida muito desiguais" Maria de Lurdes Rodrigues referiu que as escolas têm "pontos de partida muito desiguais" (Nuno Ferreira Santos (arquivo))
A ministra da Educação admitiu hoje alargar o programa dos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária a mais escolas, sublinhando que um dos propósitos da avaliação externa também é a identificação da necessidade de políticas de discriminação positiva.

Maria de Lurdes Rodrigues referiu que as escolas têm "pontos de partida muito desiguais" e que "nem todas estão localizadas em territórios que beneficiem o seu trabalho", disse a propósito de um seminário da Inspecção-Geral de Educação, que decorreu hoje em Lisboa.

"Da avaliação externa também deve resultar a identificação da necessidade de políticas de discriminação positiva para que possam enfrentar os desafios e obstáculos que têm pela frente", afirmou a titular da pasta da Educação.

Questionada sobre um possível alargamento do programa TEIP, destinado a escolas localizadas em meios sócio-económicos desfavorecidos e com elevadas taxas de abandono e insucesso escolar, a ministra afirmou que "há mais escolas a necessitar de serem incluídas", sem, no entanto, adiantar prazos.

"Estamos a trabalhar para que isso possa acontecer tão depressa quanto possível", acrescentou Maria de Lurdes Rodrigues. O programa TEIP abrangeu inicialmente 36 escolas e foi alargado a partir de Janeiro deste ano a mais 24 estabelecimentos de ensino.

A Inspecção-Geral de Educação (IGE) avaliou entre 2005/2006 e 2007/08 um total de 397 estabelecimentos de ensino, mas apenas cinco obtiveram "Muito Bom" nos cinco parâmetros considerados neste procedimento: "Resultados", "Prestação do Serviço Educativo", "Organização e gestão escolar", "Liderança" e "Capacidade de auto-regulação e melhoria da Escola/Agrupamento".

Estas são as escolas que vão dispor das quotas máximas para atribuição das classificações mais elevadas da avaliação de desempenho docente: dez por cento de "Excelente" e 25 por cento de "Muito Bom".

"Confio no sistema de avaliação externa que está criado, que é bastante exigente. Esse é apenas um elemento adicional. Isso não é decisivo para elas. Para as escolas o importante é o crédito que obtêm junto das comunidades educativas que servem, mas também junto do país", afirmou a ministra da Educação.

Maria de Lurdes Rodrigues manifestou-se ainda confiante de que este número aumentará nos próximos ciclos de avaliação externa: "Esse é o processo normal de melhoria das práticas pedagógicas, das lideranças, dos resultados dos alunos e da forma de gestão dos recursos".

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oi?

ninguém sabe o que anda a dizer ou a fazer....... hihihihihihihihiihihih!

Anónimo

30.04.2009 20:35