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Paralisação

Greve: sindicatos esperam adesão de mais de 70 mil professores

18.11.2005 - 07:48 Por Lusa

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Os professores do ensino básico e secundário exprimem hoje a sua oposição às medidas do Governo para o sector numa greve nacional que deverá afectar as aulas de mais de 1,6 milhões de alunos em todo o país.
Por todo o país, a paralisação deverá perturbar o funcionamento das mais de 14.000 escolas do ensino básico e secundário Por todo o país, a paralisação deverá perturbar o funcionamento das mais de 14.000 escolas do ensino básico e secundário (Miguel Madeira/PÚBLICO (arquivo))

O dia de luta, que inclui uma manifestação nacional a partir das 15h00, em Lisboa, é o segundo protesto que a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, enfrenta desde que assumiu a tutela, em Março deste ano.

Na base desta paralisação está o alargamento do horário do primeiro ciclo, a reorganização da componente não lectiva e as medidas que afectarão toda a Administração Pública, como o aumento da idade de reforma e o congelamento temporário da progressão nas carreiras.

Por todo o país, a paralisação deverá perturbar o funcionamento das mais de 14 nil escolas do ensino básico e secundário, já que os sindicatos do sector esperam uma adesão de pelo menos 50 por cento dos docentes, o que significa a participação de 70 mil professores sindicalizados.

A greve e a manifestação foram convocadas pela Federação Nacional dos Professores e pelo Sindicato Nacional e Democrático de Professores, aos quais se juntam sete estruturas sindicais independentes.

Inicialmente o protesto contava também com a participação da Federação Nacional dos Sindicatos da Educação - outra das mais representativas organizações do sector -, que acabou por se demarcar da greve depois de chegar a um acordo com a tutela.

Em Junho deste ano, os sindicatos dos professores promoveram quatro dias de greves regionais, que coincidiram com a realização dos exames.

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Comentário + votado

Sanguessugas

É incrível pensar em fazer greve no momento que o país atravessa!!! Que querem mais os ...

Anónimo

18.11.2005 10:06

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