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Federação propõe doze medidas contra a violência nas escolas

Fenprof pede mais autoridade para professores e maior responsabilização dos pais em casos de indisciplina

26.03.2008 - 14:26 Por Lusa

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A redução do número de alunos por turma e do número de turmas distribuídas a cada docente é uma das propostas da Fenprof A redução do número de alunos por turma e do número de turmas distribuídas a cada docente é uma das propostas da Fenprof (Miguel Dantas (arquivo))
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) classificou hoje de "inadiáveis" medidas que reforcem a autoridade dos docentes e aumentem a responsabilização dos pais em casos de violência e indisciplina de alunos, responsabilizando directamente o Governo por estes problemas.

Em comunicado, a federação aponta "doze medidas pela não-violência e convivência escolares", entre as quais a garantia de apoio jurídico e judicial a todos os professores e auxiliares de educação vítimas de agressão física e verbal.

A redução do número de alunos por turma e do número de turmas distribuídas a cada docente, a criação de equipas multidisciplinares de mediação de conflitos e o estabelecimento de regras de co-responsabilização das famílias relativamente à convivência e sucesso escolares dos alunos são outras das medidas propostas pela Fenprof.

No documento, a federação sindical afecta à CGTP defende ainda a integração da temática da gestão de conflitos na formação inicial dos professores, considerando igualmente que a formação contínua relacionada com esta matéria deverá ser considerada pelo Ministério da Educação como prioritária e ter a mesma valorização, em termos de avaliação de desempenho, do que as acções científico-pedagógicas.

Estas medidas constam de uma resolução aprovada no ano passado no congresso nacional da Fenprof, um documento que a federação afirma não ter ainda entregue ao ministério, pelo facto de a ministra nunca ter respondido aos pedidos de reunião apresentados para esse efeito.

"A Fenprof renovará as suas preocupações em relação a esta matéria, responsabilizando directamente o Governo e o Ministério da Educação pelo actual estado em que se encontram muitas escolas e pelas consequências físicas e psíquicas que afectam centenas de professores", refere o comunicado.

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"...responsabilizando directamente o Governo por estes problemas"? É pá, estou já topar a desculpa ...

ocatarinabelatchingtching

31.03.2008 03:35

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