A Fenprof exortou hoje os professores a contestar judicialmente o corte dos salários, dizendo que este é um “tempo de protesto e não de silêncio”.
De acordo com uma nota da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), deram hoje entrada no Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra 153 processos de contestação aos cortes salariais, de professores e educadores de escolas e agrupamentos do distrito de Viseu.
Para a Federação, esta iniciativa é um “acto de contestação jurídica, mas também de intervenção cívica; traduz uma atitude de não resignação e um grito de indignação e revolta pelo facto de serem sempre os mesmos a ter de aguentar com sacrifícios impostos pelos mesmos de sempre”.
A Federação estima que no primeiro trimestre de 2011, os cortes salariais na classe ascenderam aos 31 milhões de euros.


