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Educação

Esmagadora maioria das escolas integrou a Educação para a Saúde nos seus planos

10.07.2009 - 12:38 Por Lusa

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Violência, saúde mental e consumo de substâncias psicoactivas são as áreas em que há mais necessidade de promover competências dos profissionais da escola, segundo um inquérito governamental sobre a "Educação para a Saúde em meio escolar".

O estudo, divulgado à Lusa pelo Ministério da Educação, abrange as escolas sede de Agrupamento e as escolas não agrupadas do continente, num universo de 1 216 escolas, tendo obtido uma taxa de resposta de 95 por cento (1 154 escolas).

O inquérito, desenvolvido pelo Núcleo de Educação para a Saúde e Acção Social Escolar, indica que a esmagadora maioria dos estabelecimentos escolares (95 por cento) integra a Educação para a Saúde no Projectivo Educativo de Escola (PEE), o que, na comparação com idêntico estudo de 2007, mostra uma "melhoria significativa".

No entanto, mais de metade das escolas (57 por cento) não dispõe de Gabinetes de Apoio e um terço do total (38 por cento) não prevê mecanismos de avaliação dos resultados do trabalho nesta área.

Em 2007, segundo o inquérito, 59 por cento das escolas não possuía Gabinetes de Apoio, mas 71 por cento das escolas indicou a existência de Clubes de Actividades nesta área.

A alimentação, a sexualidade e infecções sexualmente transmissíveis são os principais conteúdos de Educação para a Saúde, ministrados principalmente nas disciplinas de Ciências Físicas e Naturais e Biologia (95 por cento) e Educação Física (85 por cento).

Outros temas debatidos são a actividade física, o consumo de substâncias psicoactivas, higiene, saúde oral, violência/saúde mental e imagem corporal.

As áreas mais trabalhadas têm sido os binómios alimentação/actividade física (95 por cento) e educação sexual/prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (85 por cento).

A imagem corporal (perto de 60 por cento) e a violência/saúde mental (70 por cento) são os conteúdos menos abordados este ano.

O interesse demonstrado e as atitudes assumidas pelos alunos são o factor que mais tem facilitado o desenvolvimento e aplicação de medidas de Educação para a Saúde, bem como o interesse de docentes.

No pólo oposto, além de factores indiferenciados, está o interesse demonstrado e as atitudes assumidas pelos pais.

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Comentário + votado

higiene

Daqui a 10 anos dar-se-á pelo resultado. Devia-se ter começado há 30. A higiene em casa era também ...

um

12.07.2009 11:05

X

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