• |
  • Iphone
  • |
  • Mobile
  • |
  • RSS
  • |
  • Twitter
  • |
  • Facebook
  • Siga-nos em:
  • Houston, temos um problema, disse Obama
  • Haiti: Um terramoto de 500 anos - Paulo Moura, em Port au Prince
  • João queria morrer sozinho, mas acabou por matar a filha

Alberto Costa pede aos grevistas que reconsiderem

Ministro afirma que greve na Justiça é "desproporcionada"

29.09.2005 - 13:25 Por PUBLICO.PT

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
O ministro da Justiça, Alberto Costa, afirmou hoje que a greve dos funcionários judiciais é "desproporcionada" e apelou aos sindicatos do sector que têm outras paralisações marcadas para que reconsiderem.
Alberto Costa queixou-se dos efeitos da greve Alberto Costa queixou-se dos efeitos da greve (Tiago Petinga/Lusa)

Em conferência de imprensa, o ministro Alberto Costa explicou que a decisão aprovada hoje em Conselho de Ministros de decretar a requisição civil de funcionários destina-se a "evitar a paralisação dos tribunais".

Alberto Costa explicou que a função "não pode estar sujeita a qualquer tipo de sequestro" e que é um "dever do Governo assegurar que a função jurisdicional não seja interrompida".

O ministro advertiu que situações de desrespeito da requisição civil poderá dar origem a processos de natureza disciplinar e penal.

Na conferência de imprensa, o ministro da Justiça considerou "prematura" a hipótese de se equacionarem sanções para funcionários judiciais que desrespeitem a requisição civil.

"Confio que os funcionários judiciais são pessoas responsáveis e cumpridoras da lei", afirmou o ministro, dizendo que a requisição civil se aplicará "em todas as situações em que não estejam assegurados os serviços mínimos".

Os funcionários judiciais iniciaram hoje uma greve de quatro dias, mas o sector da Justiça vai sentir também os efeitos das paralisações anunciadas pelo Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (25 e 26 de Outubro) e pela Associação Sindical dos Juízes Portugueses (26 e 27 do mesmo mês).

O ministro classificou a greve no sector como desproporcionada "porque ela implica uma paragem, se tiver êxito completo, de oito dias do nosso sistema judicial". Alberto Costa afirma que "nenhum grupo particular tem o direito de capturar" o sistema judicial, especialmente devido à "gravidade e melindres dos valores em jogo", referindo-se aos tribunais afectados, entre os quais estão os tribunais de família.

O ministro rematou com a esperança de que as restantes greves "não se realizem e que os outros magistrados reconsiderem".

  • 18 leitores
  • 3 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1234222

Comentário + votado

Fariseus

os doutores da lei, responsaveis pela injustiça deste pais estão há muitos anos a brincar com o ...

Anónimo

29.09.2005 19:06

Comentar Critérios para publicação de comentários dos leitores

Restam 1200 caracteres

Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados.

Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.