O CDS justificou hoje a sua “abstenção construtiva” no Orçamento do Estado de 2010 com “o interesse nacional” e uma “postura patriótica” e admitiu que houve divergências com o Governo quanto a uma “redução substancial” do Pagamento Especial por Conta (PEC), um aaumento das pensões de reforma e reforço dos efectivos nas forças de segurança.
No final de uma reunião, na Assembleia da República, com os ministros das Finanças, Teixeira dos Santos, e dos Assuntos Parlamentares, o líder parlamentar do CDS, Pedro Mota Soares, justificou a abstenção do partido com “o interesse nacional” e uma “postura patriótica”. A credibilidade internacional do Estado português poderia estar em causa se o país entrasse agora numa crise política, acrescentou.


