O Museu do Papel, em Santa Maria da Feira, foi eleito o Melhor Museu Português em 2011, pela Associação Portuguesa de Museologia (APOM), foi anunciado na segunda-feira em Lisboa. O Museu do Papel foi inaugurado em 2001 e mostra a produção manual e industrial do papel desde 1708 no concelho e noutras fábricas do país.
Entre as 20 categorias que a APOM criou para destacar museus, projectos profissionais e actividades desenvolvidas no sector, destacam-se os prémios para melhor museu, melhor exposição e a personalidade do ano. No caso de melhor museu, para além da distinção ao Museu do Papel, foram atribuídas ainda menções honrosas ao Aquário Vasco da Gama, ao Museu da Santa Casa da Misericórdia de Viseu e ao Mimo - Museu da Imagem em Movimento, em Leiria.
Na categoria da Melhor Exposição do ano, foi distinguida Invenção da Glória. D. Afonso V e as Tapeçarias de Pastrana, no Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa. Uma menção honrosa coube à exposição sobre o Tarrafal patente no Museu do Neo-Realismo, em Vila Franca de Xira. O Museu de São Roque, pela integração do Cofre Relicário de São Francisco Xavier, e o Museu Nacional de Arte Antiga, pela doação do acervo de Castro Pina, foram distinguidos com o Prémio Incorporação.
No Prémio Projecto Internacional, foi distinguida a exposição Património de Origem Portuguesa no Mundo, da Fundação Calouste Gulbenkian em Paris, e houve ainda uma menção honrosa para a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, pela exposição Au fil du temps: um percurso fotobiográfico de Maria Helena Vieira da Silva, realizada no Museu Óscar Niemeyer, em Curitiba, no Brasil.
Para Personalidade do Ano na Área da Museologia, a APOM já tinha anunciado a escolha de Luís Casanovas, 85 anos, especialista em conservação e prevenção nos museus. Com Lusa
Notícia actualizada às 10h54, corrigido o nome da exposição da Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva



