Um ano depois de um tribunal da Califórnia ter ilibado Michael Jackson das dez acusações de que era alvo, que incluíam abuso sexual de menores e uso de álcool com o objectivo de praticar esse crime, a estrela pop está novamente envolvida num processo judicial. Desta vez, Jackson está a ser processado por Marc Schaffel, um antigo colaborador seu que reclama o pagamento de cerca de três milhões de euros.
A dívida refere-se a empréstimos feitos ao cantor, a despesas contraídas em seu nome e a salários em atraso pelo trabalho realizado na gravação de um single.
O advogado de Schaffel argumenta que Michael Jackson é um gastador incorrigível, que nunca tem consigo cartões de crédito, cheques ou sequer dinheiro, optando por recorrer a uma série de colaboradores para ir pagando as suas despesas. O advogado salienta que a vida financeira do cantor é caótica e garante que ignora frequentemente os conselhos de técnicos contratados para tomar decisões sobre os seus investimentos.
Por sua vez, o advogado de Michael Jackson diz que Schaffel é desonesto, imoral e manipulador e acrescenta que o cantor o despediu há vários anos, quando descobriu que ele trabalhava como produtor de pornografia homossexual.



