O médico pessoal de Michael Jackson, Conrad Murray, um cardiologista de 51 anos com consultórios em Las Vegas e Huston – e com licença para exercer medicina nos estados do Texas, Nevada e Califórnia –, continua desaparecido.
Segundo o “Los Angeles Times”, a polícia ainda terá trocado breves impressões com o médico no hospital Ronald Reagan da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, para onde o cantor foi levado, mas quando quis voltar a falar com Murray, designadamente para saber que fármacos este teria dado a Jackson antes da sua morte, o clínico já tinha desaparecido.
Segundo o site MTZ, Murray teria ministrado ao cantor uma injecção de Demerol, um narcótico semelhante à morfina, e teria sido na sequência dessa injecção que Michael Jackson começara a ter problemas em respirar, acabando por sucumbir a um colapso cardíaco. Murray tentou desesperadamente reanimar o cantor, e estava ainda a aplicar técnicas de ressuscitação cardiopulmonar quando chegaram os paramédicos, que Murray acompanhou até ao hospital de Los Angeles, onde viria a ser oficialmente declarada a morte de Michael Jackson.
A polícia está a tentar localizar Conrad Murray, mas, até agora, sem sucesso. Uma mensagem deixada no seu consultório em Las Vegas não obteve resposta, e a recepcionista do seu consultório de Houston afirmou apenas que o médico não se encontrava no Texas, mas recusou-se a sugerir onde este poderia estar.


