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Decisão conhecida hoje

Médico de Michael Jackson acusado de homicídio involuntário

08.02.2010 - 21:09 Por PÚBLICO

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O julgamento juntou fãs e jornalistas à porta do tribunal O julgamento juntou fãs e jornalistas à porta do tribunal (Mario Anzuoni/Reuters)
Quase oito meses após a morte de Michael Jackson, o médico do cantor, Conrad Murray, foi formalmente acusado de homicídio involuntário.

Segundo a acusação, o médico é culpado de ter administrado no cantor um potente anestésico que lhe terá causado a morte.

A investigação concluiu que Jackson era dependente de anestésicos, como o propofol, normalmente usado em cirurgia, para conseguir dormir bem. Chamava-lhe mesmo o seu “leite”. Mas que a dose que lhe foi administrada no dia em que morreu era muito superior ao normal.

Conrad Murray, cardiologista, com consultório em Houston e em Las Vegas, confessou que tinha administrado o propofol ao cantor minutos antes deste ter ficado inconsciente no dia 25 de Junho de 2009. Jackson acabou por morrer. Segundo a investigação o cantor morreu de uma intoxicação aguda com propofol combinado com outros sedativos.

Murray sempre invocou a sua inocência, garantindo que não tinha administrado nada a Jackson que pudesse ter provocado a sua morte. Agora pode incorrer numa pena máxima de quatro anos de prisão efectiva.

Recebido com fachas com inscrições “justiça para Michael Jackson” e por uma multidão de fãs e jornalistas, a audiência de Murray no tribunal hoje foi também acompanhada pela família do cantor.

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Comentário + votado

EU NÃO AGUENTO MAIS FALAR SOBRE O MICHAEL JACKSON

O Público deve ser editado em um outro planeta ... pois esta notícia já apareceu uma duzia de ...

Gilson ( Morreu ... morreu )

08.02.2010 21:43