O Instituto Franco-Português dedica o mês de Novembro ao documentário, com a apresentação de três longas-metragens que falam da Tchetchénia, Cuba e Camboja.
No dia 4, será apresentado "Itchkeri Kenti Les Fils de l'Itchkerie", de Florent Marcie, um filme realizado em 1996 e que percorre a Tchetchénia, um país em guerra, ao encontro de um povo em resistência. O filme foi montado 10 anos depois de filmado e os chechenos consideram-no um filme símbolo, segundo o Instituto Franco-Português.
"Le Rideau De Sucre", de Camila Guzman Urzua, fala de Cuba e questiona o presente. Que é feito da geração revolucionária em Cuba que viu logrados os seus ideais? Que é feito dos que ficaram? São interrogações colocadas neste documentário realizado em 2006 e que será apresentado no dia 11.
Finalmente, no dia 18, será exibido "Le papier ne peut pas envelopper la braise", de Rithy Panh, filmado em Phnom Penh, Camboja, num prédio que alberga 13 prostitutas com menos de 20 anos, acompanhando de perto, ao longo de cerca de 90 minutos, as conversas destas jovens.
Os três documentários são legendados em português e a entrada é livre. Novembro é o mês do documentário nos Institutos e Centros Culturais Franceses, uma iniciativa que vai na sua 9ª edição e procura dar visibilidade a um género pouco habitual nas salas de cinema.



