• |
  • Iphone
  • |
  • Mobile
  • |
  • RSS
  • |
  • Twitter
  • |
  • Facebook
  • Siga-nos em:
  • João queria morrer sozinho, mas acabou por matar a filha
  • Envie-nos uma pergunta sobre um problema da sua rua, bairro ou cidade
  • Haiti: Um terramoto de 500 anos - Paulo Moura, em Port au Prince

Carlos Reis esta manhã na Assembleia da República

Exemplos da APEL com traduções diferentes no Brasil e em Portugal “passam ao lado do acordo ortográfico”

07.04.2008 - 13:32 Por Adelino Gomes

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
O estudo da APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros) com traduções muito diferentes em edições brasileiras e portuguesas, "é inútil e é um tiro que passa claramente ao lado do acordo ortográfico”, disse o catedrático Carlos Reis aos jornalistas no final de uma conferência internacional sobre o acordo ortográfico, esta manhã, na Assembleia da República.
A Assembleia da República recebeu esta manhã uma conferência internacional sobre o acordo ortográfico A Assembleia da República recebeu esta manhã uma conferência internacional sobre o acordo ortográfico (Daniel Rocha (arquivo))

Carlos Reis disse que “o pseudo-estudo da APEL”, divulgado pelo PÚBLICO na sua edição de sexta-feira passada, “não demonstra absolutamente nada a não ser aquilo que já se sabe: que há diferenças lexicais, sintácticas, morfológicas entre o português de Portugal e o português do Brasil. Mas não é isso que está em causa no acordo ortográfico”.

A eventual inconstitucionalidade do acordo ortográfico, avançada por Graça Moura, foi igualmente contrariada pelo catedrático, argumentando que “dois eminentes constitucionalistas – Marcelo Rebelo de Sousa e Vital Moreira – já se pronunciaram, claramente, a favor do acordo”.

Carlos Reis menorizou a ausência, na Conferência Internacional, de países como Angola e Moçambique, que não ratificaram ainda o acordo. Tanto num país como no outro, disse ao PÚBLICO, “já houve claros sinais políticos de que uma vez ratificado o protocolo modificativo, por Portugal [numa sessão parlamentar prevista para Maio próximo] eles pragmaticamente farão o mesmo”.

O catedrático intervirá esta tarde em defesa do acordo, numa audição pública promovida pelo parlamento português e no qual terá como oponente o escritor e eurodeputado Vasco Graça Moura.

A audição contará com as participações do ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, e de todo os grupos parlamentares. Da lista de participantes, não deputados, constam os nomes, entre outros, dos escritores Pepetela, Rui Duarte de Carvalho e José Eduardo Agualusa (Angola), Mia Couto Moçambique), germano de Almeida (Cabo Verde), Tony Tcheka (Guiné-Bissau), João Ubaldo Ribeiro (Brasil), do linguista Luís Costa (Timor-Leste) e de Alexandre Banhos, presidente da Associaçom Galega de Língua.

  • 157 leitores
  • 74 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1325014

Comentário + votado

A escravatura da Língua Oficial Portuguesa

De facto, a Língua, falada e escrita, é um veículo de nacionalismos. Mas isso não quer dizer que ...

Anónimo

06.05.2008 17:56

Comentar Critérios para publicação de comentários dos leitores

Restam 1200 caracteres

Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados.

Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.