O Egipto reabriu a maior parte dos museus e monumentos históricos, desde Janeiro fechados. Depois da revolução, o Egipto procura agora a normalidade e os turistas que perdeu no último mês. Desde domingo que já possível visitar os museus, as pirâmides e todos os sítios turísticos característicos do país.
Os turistas que visitaram o Museu do Cairo, que guarda a máscara de ouro de Tutankhamon, foram recebidos com rosas, como parte de uma campanha do país para recuperar os turistas que não visitam o Egipto há quase dois meses.
Durante as manifestações contra o governo de Hosni Mubarak, muitos museus e monumentos históricos foram vandalizados e saqueados, tendo muitas obras sido destruídas e roubadas. Os acontecimentos custaram à indústria do turismo cerca de 587 milhões de euros.
Durante o dia de domingo, as sempre concorridas salas do Museu do Cairo estavam porém desertas. A adesão ainda não foi muita mas os responsáveis acreditam que a situação vai mudar.
“Foi muito importante para nós abrirmos o museu para acabar com os rumores de que a máscara de Tutankhamon tinha sido roubada”, disse à BBC Tarek El Awady, director do Museu do Cairo. “É uma oportunidade para os turistas verem com os seus próprios olhos”, acrescentou o responsável.
Uma turista canadiana, Barbara Bonkowsky, disse que depois dos protestos, estava determinada a visitar o museu “num novo Egipto”. No entanto, explicou que muita gente não sabia da reabertura dos museus e das pirâmides e que isso podia ser a razão da pouca afluência.



