Diogo Infante a encenar Eunice Muñoz no papel de Joan Didion. João Mota a encenar Ruy de Carvalho com a Comuna. Um Rei Édipo de Jorge Silva Melo com Diogo Infante e os Artistas Unidos. Nuno Carinhas a trazer do Porto um Gil Vicente. Luís Miguel Cintra e a Cornucópia a recuperarem outro Gil Vicente. O Bando com um épico sobre Afonso Henriques. E do estrangeiro: Duras por Patrice Chereau, Lope de Vega pelo Teatro Clássico de Espanha, e ainda o Piccolo Teatro di Milano.
Vai acontecer na sala principal do Teatro D. Maria II em 2009-10. Para a primeira temporada completa na direcção, Diogo Infante queria uma programação "condigna do que se espera de um teatro nacional" e ontem apresentou-a numa conferência de imprensa cheia de actores e encenadores, reforçando a ideia de abertura e parceria.
O orçamento total é de 4,7 milhões, disse a administradora Maria João Brilhante, dos quais 1,5 para programação. Vão passar ainda pelo D. Maria os festivais Alkantara, de Marionetas e de Teatro de Almada, e trabalhos de João Grosso, Abel Neves, Custódia Gallego, Tiago Guedes, Miguel Guilherme, Marco Martins, Gonçalo Waddington, Nuno Melo ou João Pedro Vaz, além de visitas ao teatro, oficinas, leituras, conferências e conversas com os artistas.


