• A cozinha coreana chegou de carrinha a Lisboa
  • A diferença de idades prejudica o sexo?
  • Passeios de mão dada por um Portugal romântico

Cultura

Diogo Infante chama todos ao Teatro D. Maria

02.07.2009 - 11:41 Por Alexandra Lucas Coelho

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
O actor e encenador Diogo Infante é o director artístico do Teatro Nacional D. Maria II O actor e encenador Diogo Infante é o director artístico do Teatro Nacional D. Maria II (Adriano Miranda/PÚBLICO)
Diogo Infante a encenar Eunice Muñoz no papel de Joan Didion. João Mota a encenar Ruy de Carvalho com a Comuna. Um Rei Édipo de Jorge Silva Melo com Diogo Infante e os Artistas Unidos. Nuno Carinhas a trazer do Porto um Gil Vicente. Luís Miguel Cintra e a Cornucópia a recuperarem outro Gil Vicente. O Bando com um épico sobre Afonso Henriques. E do estrangeiro: Duras por Patrice Chereau, Lope de Vega pelo Teatro Clássico de Espanha, e ainda o Piccolo Teatro di Milano.

Vai acontecer na sala principal do Teatro D. Maria II em 2009-10. Para a primeira temporada completa na direcção, Diogo Infante queria uma programação "condigna do que se espera de um teatro nacional" e ontem apresentou-a numa conferência de imprensa cheia de actores e encenadores, reforçando a ideia de abertura e parceria.

O orçamento total é de 4,7 milhões, disse a administradora Maria João Brilhante, dos quais 1,5 para programação. Vão passar ainda pelo D. Maria os festivais Alkantara, de Marionetas e de Teatro de Almada, e trabalhos de João Grosso, Abel Neves, Custódia Gallego, Tiago Guedes, Miguel Guilherme, Marco Martins, Gonçalo Waddington, Nuno Melo ou João Pedro Vaz, além de visitas ao teatro, oficinas, leituras, conferências e conversas com os artistas.

Estatísticas

  • 1598 leitores
  • 2 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1389891

Comentário + votado

Tudo ao molho

Tudo ao molho e fé em Deus. A cultura digest. Faltam, talvez, os pauliteiros de Miranda, os bombos ...

Carlos Gomes

02.07.2009 16:39

X

Mais em Cultura (8 de 11 artigos)

Miguel Ângelo é retratado no fresco com um turbante azul como um dos cavaleiros romanos que acompanham a crucificação Vaticano: descoberto fresco com auto-retrato de Miguel Ângelo