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Festival Super Bock Super Rock

Depois dos Arctic Monkeys, todos esperam os Arcade Fire

15.07.2011 - 09:45 Por PÚBLICO, Lusa

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Os Arcade Fire são uma das bandas mais esperadas na edição deste ano do Festival Super Bock Super Rock Os Arcade Fire são uma das bandas mais esperadas na edição deste ano do Festival Super Bock Super Rock (Reuters)
O regresso dos canadianos Arcade Fire - que viram cancelada a actuação em Lisboa em Novembro passado - e dos ingleses Portishead marcam hoje o festival Super Bock Super Rock, num dia já esgotado e também dominado pela música nacional.

Os Arcade Fire deviam ter actuado em Novembro em Lisboa, mas o concerto foi cancelado por causa da cimeira da NATO. Os fãs vão poder finalmente assistir à apresentação ao vivo do terceiro álbum da banda, “The Suburbs”, editado em 2010.

Antes dos Arcade Fire, actuam no palco Super Bock os Portishead, cujo regresso acontece três anos depois de a banda de Beth Gibbons ter iniciado no Porto e em Lisboa uma nova digressão mundial. Na altura os concertos puseram fim a um jejum de dez anos sem actuações ao vivo, regressando à actividade com o álbum “Third”.

Pelo mesmo palco passam ainda os portugueses Noiserv, Rodrigo Leão e The Gift. Além destes, há mais nomes da música nacional no alinhamento do segundo dia do Festival. No palco EDP actuam B Fachada e The Legendary Tigerman, e no palco @Meco, os DJ Kaspar e as duplas Johnwaynes e Rui Vargas + André Cascais.

Os espanhóis LA e a dupla Chromeo no palco EDP e os DJ Dorian Paic, Makam e Sven Vath no palco @Meco são os outros nomes para hoje.

Ontem o dia ficou a cargo dos Arctic Monkeys. A banda de Alex Turner era a cabeça-de-cartaz do arranque do festival e foi o motivo para a primeira grande enchente do recinto, esgotando a capacidade para 30 mil pessoas, segundo dados da organização.

A tocar pela primeira num festival de música de Verão - depois de três apresentações em sala - os Arctic Monkeys apostaram num alinhamento feito de temas mais antigos e também do novo álbum “Suck it and See” (2011).

Antes disso, houve alguma agitação e queixas contra a organização. Apesar dos esforços da Música no Coração, promotora do festival, os dois principais problemas da edição do ano passado do Festival Super Bock Super Rock – os acessos do transito e o pó – continuaram sem solução. Ontem, muitas das 30 mil pessoas que passaram pelo recinto voltaram a enfrentar horas no transito, apesar dos repetidos apelos para a utilização de transportes públicos.

Os parques de estacionamento foram melhorados, mas fica a ideia de que a Herdade do Cabeço de Flauta, perto do Meco, continua a ser um local precário para receber tanta gente.

E a música? Como escreveu Vitor Belanciano no blogue Festivais de Verão 2011, "a sueca Lykke Li, com um con­certo de grande dinamismo e eficá­cia. Os Arc­tic Mon­keys cumpri­ram, mas ape­nas isso, sem o bril­han­tismo de out­ras ocasiões. No con­certo destes, muito público sim­ples­mente não con­seguiu ver nada. A orga­ni­za­ção diz que estão 30 mil pes­soas no recinto, mas a ver­dade e que estão bem mais do que o ano pas­sado no dia da enchente de Prince."

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Portis Head e não Portichéd!

Por favor, digam lá aos vossos colegas jornalistas (em especial na televisão) que a banda inglesa ...

David Costa

15.07.2011 11:31

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