Conselho de Direcção da Fundação Centro Cultural de Belém reactivado

23.03.2010 - 20:20 Por Vanessa Rato
Mais um conselho adormecido que o ministério da Cultura de Gabriela Canavilhas reactiva: o ex-ministro da Justiça Álvaro Laborinho Lúcio, o investigador João Caraça, as escritoras Lídia Jorge e Clara Ferreira Alves, o advogado Vasco Vieira de Almeida e o economista António Rebelo de Sousa, constituem, desde dia 8 e ao longo dos próximos três anos, o Conselho de Direcção da Fundação Centro Cultural de Belém.
As nomeações, publicadas hoje em Diário da República, reconstituem um órgão previsto nos estatutos da fundação mas inactivo há anos. Na sua última formação foi constituído, entre outros, pelo ensaísta Eduardo Prado Coelho, que morreu em 2007, o coleccionador Francisco Capelo, cujo acervo de design não está no Centro Cultural de Belém desde 2006, e Maria João Bustorff, que saiu em 2004, quando foi nomeada ministra da Cultura. Segundo os estatutos compete a este órgão, que reúne duas vezes por ano – até agora sem remuneração –, por exemplo, definir as políticas gerais de funcionamento da fundação, nomeadamente as de investimento, aprovar o orçamento e o plano anual de actividades da fundação e o trienal, de actividades culturais. Ainda segundo os estatutos compete-lhe também fixar a remuneração dos membros dos diversos órgão sociais, nomeadamente o do próprio Conselho de Direcção. O presidente da Fundação Centro Cultural de Belém, é, por inerência de funções, presidente também deste conselho.


