Perto de 36 mil espectadores assistiram à quinta edição do Festival Internacional de Cinema Independente-IndieLisboa, que decorreu entre 24 de Abril e ontem e fez exibir um total de 238 filmes, em 236 sessões.
Das 238 películas mostradas (83 longas-metragens e 155 curtas), 179 eram de origem europeia (não incluindo Portugal), sendo 48 longas-metragens e 131 curtas.
Nos espaços reservados ao IndieLisboa – sete salas no Fórum Lisboa, Teatro Maria Matos e cinemas Londres e São Jorge – foram projectados 23 filmes em estreia mundial. A representação portuguesa foi composta por seis longas-metragens e 21 curtas.
O total exacto de espectadores foi de 35.580, mais 80 do que na edição do ano passado.
Aditya Assarat arrebatou o principal prémio
O filme “Wonderful Town”, realizado por Aditya Assarat, da Tailândia, arrebatou o principal prémio em disputa, o Grande Prémio de Longa-Metragem “Cidade de Lisboa”, no valor de 15 mil euros, atribuído por um júri internacional de que fizeram parte Chaterine Bizern, Charlotte Garson, Daniel Blaufuks, Jody Shapiro e Neil Young.
Nas curtas-metragens, o prémio principal (três mil euros) foi para “One Day”, de Ditte Haarlov Johnsen, da Dinamarca.
O documentário “Via de Acesso”, de Nathalie Mansoux, conquistou o Prémio Tobis para Melhor Longa-Metragem Portuguesa (cinco mil euros) e “Terra Sonâmbula”, da realizadora portuguesa Teresa Prata, baseado no romance homónimo do escritor moçambicano Mia Couto, ganhou o Prémio do Público para Melhor Longa-Metragem (2 mil euros).
“Paisagem urbana com rapariga e avião”, de João Figueiras, recebeu o prémio de melhor curta-metragem portuguesa (2500 euros) e o prémio do público nesta categoria (1000 euros) foi para um filme de nove minutos do Canadá, “Sleeping Betty”.



