A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), que organiza a Feira do Livro de Lisboa, faz depender do Grupo LeYa a abertura do certame. Num comunicado hoje enviado, a APEL "assegura que todos os stands da sua responsabilidade, bem como o espaço envolvente, estarão prontos na quinta-feira, dia 22 de Maio", fazendo depender da conclusão dos pavilhões o grupo LeYa a abertura da Feira, prevista para o fim-de-semana.
Hoje à tarde, Vasco Teixeira, da APEL, afirmou aos jornalistas que o atraso na abertura da Feira, prevista para quarta-feira, foi no sentido de "garantir o maior número de autores e editores de sempre".
No cominicado lê-se que "a abertura da Feira do Livro de Lisboa - e a própria definição da data - está condicionada pelo Grupo LeYa, a quem compete a montagem dos respectivos ‘stands’". A APEL explica "que os elementos informativos desses stands são necessários para reformulação do 'layout' (traçado) da feira e consequente apresentação do mesmo na Câmara Municipal de Lisboa ,para aprovação".
Vasco Teixeira, que liderou a delegação da APEL nas negociações de segunda-feira com a autarquia e a União de Editores Portugueses (UEP), afirmou: "A realização da Feira chegou a estar em causa, mas procurámos garantir o maior número de autores e editores de sempre".
Hoje de manhã trabalhadores iniciavam já as montagens dos módulos do Grupo LeYa no topo Norte do Parque Eduardo Sétimo, do lado direito, abaixo do Pavilhão Carlos Lopes.
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