A comunicação social não constitui qualquer entrave à boa administração da justiça.

  • A comunicação social não constitui qualquer entrave à boa administração da justiça.

  • São tantas primeiras vezes, da Coca-cola às sex-shops, passando pelos multiplexes de cinema ou pelas mulheres na política, que toda a década parece uma grande estreia. LX70 – Lisboa, do sonho à realidade é uma história pop da cidade na década que resgatou a liberdade.

  • Na semana em que a deputada Mariana Mortágua brilhou no Parlamento ao fazer PSD e PS recuarem nas subvenções dos deputados, o BE fecha-se no Pavilhão das Olaias para decidir o futuro que não depende só de si.

  • Ferro Rodrigues está apostado em que António Costa lidere um "Governo que tenha uma política alternativa que não seja apenas a mudança de caras para as mesmas políticas".

  • Começa na Suíça que Portugal queria ser quando fosse grande, acaba no país que sobrou de uma ditadura, uma guerra, uma revolução e uma “normalização” democrática. Um Museu Vivo de Memórias Pequenas e Esquecidas, do Teatro do Vestido, é o passado a fazer-se presente para a geração que só chegou no fim da festa, pá, e que 40 anos depois decide ficar acordada até tarde a falar sobre esse e outros assuntos.

  • O secretário-geral do PCP voltou nesta segunda-feira a responsabilizar os sucessivos governos de PS, PSD e CDS-PP pelo desvalorização da empresa de comunicações PT e outras polémicas, designadamente na banca, numa sessão pública, em Lisboa.

  • Álvaro Siza voltou a reunir-se, no sábado, com os moradores que o ajudaram a dar vida ao Bairro da Bouça, um dos símbolos da democracia e arquitectura participativas do PREC. A convite de Serralves, o arquitecto recordou o processo SAAL, criticando as actuais políticas de habitação social.

  • Nos três anos de vigência do actual governo, entre emigrantes permanentes e temporários, saíram do País 350 mil portugueses, sempre em crescendo.

  • “Cidade a cidade,/ bairro a bairro,/ ilha a ilha,/ casa a casa,/ quarto a quarto.” Foi assim a experiência do SAAL, que logo a seguir ao 25 de Abril, entre 1974-76, mudou as condições de vida de muitas populações e a arquitectura em Portugal. Uma aventura que é agora revisitada no Museu de Serralves. Mas não é “uma romaria à Senhora da Saudade”, diz o comissário Delfim Sardo.