Podia estar quieto, pousar a máquina, deixar a próxima imagem para depois. Mas a sensação que temos é que Alfredo Cunha nunca trabalhou tanto como agora, que se reformou. Com o tanto que ainda quer fazer, mostra, para já, o muito que já fez, numa exposição no Fórum da Maia, até 28 de Agosto

  • Podia estar quieto, pousar a máquina, deixar a próxima imagem para depois. Mas a sensação que temos é que Alfredo Cunha nunca trabalhou tanto como agora, que se reformou. Com o tanto que ainda quer fazer, mostra, para já, o muito que já fez, numa exposição no Fórum da Maia, até 28 de Agosto

  • Não foi a "pressão radical" a marcar a natureza e o desfecho do processo de depuração de responsabilidades dos responsáveis pela ditadura, mas sim o 25 de Novembro.

  • Símbolo da memória colectiva para enfrentar grandes crises.

  • Houve em Portugal um processo de justiça política, embora incompleto e marcado por sentenças benévolas, atenuantes e perdões.

  • Em Junho de 1968, quando esperava vir a ser ministro da Educação, o pai de Marcelo foi escolhido por Salazar para governador-geral de Moçambique. Os filhos reuniram-se em conselho familiar para avaliar o convite.

  • Quando acabar a “lua-de-mel” com o Governo, o que fará Marcelo? Como tudo no actual PR, nem os astros sabem.

  • No comício do 1º de Maio, no Porto, o dirigente nacional Tiago Oliveira, da Intersindical, diz que “uma nova política só é possível com o aumento geral dos salários para melhorar os rendimentos da famílias, combater as desigualdades e o empobrecimento”

  • Muito do que hoje sabemos de quem somos e fomos como povo desde há cem anos a ele o devemos. Disto ninguém se jubila.