A saída de Ana Drago do Bloco de Esquerda no passado fim-de-semana colocou os holofotes de novo sobre o estado de desagregação deste partido. Um esfarelamento que foi identificado já em 2011, quando nas legislativas o seu grupo parlamentar desceu radicalmente de 16 para oito deputados, e que foi confirmado com a saída de Francisco Louçã de coordenador do partido, com o argumento de que a sua ausência abriria espaço a uma renovação dinamizadora daquela força política.

  • A saída de Ana Drago do Bloco de Esquerda no passado fim-de-semana colocou os holofotes de novo sobre o estado de desagregação deste partido. Um esfarelamento que foi identificado já em 2011, quando nas legislativas o seu grupo parlamentar desceu radicalmente de 16 para oito deputados, e que foi confirmado com a saída de Francisco Louçã de coordenador do partido, com o argumento de que a sua ausência abriria espaço a uma renovação dinamizadora daquela força política.

  • Quando Salazar caiu da cadeira e se viu que Marcelo Caetano não era capaz de acabar com a guerra de África, Portugal entrou, como hoje se diz, num “novo ciclo”. Começava a haver algum dinheiro e quase não havia desemprego. O futuro não nos preocupava muito. Pelo contrário: a Ditadura manifestamente não podia durar e a Europa esperava por nós.

  • Por certo em próximas eleições nenhum partido vai ganhar a maioria absoluta.

  • O trabalho cénico de Rui Catalão parte dos temas da memória e da percepção do que é privado e público. Em Canções i Comentários, que estreia este sábado no Maria Matos, aborda Blarmino, um dos seus heróis musicais que passou ao lado do grande público, para reflectir sobre uma geração pós-25 de Abril que ou foi apagada ou se autoapagou do espaço público.

  • Laerte melhora com o tempo. Depois de revolucionar os quadrinhos brasileiros nos anos 1980 com os Piratas do Tietê, volta a surpreender.