Estreia dupla para Sérgio Godinho: um disco, Liberdade, gravado ao vivo pelos 40 anos do 25 de Abril, e um livro, Vidadupla, com nove contos por onde a liberdade também passa.

  • Estreia dupla para Sérgio Godinho: um disco, Liberdade, gravado ao vivo pelos 40 anos do 25 de Abril, e um livro, Vidadupla, com nove contos por onde a liberdade também passa.

  • Cresceram as expectativas sobre António Costa depois da sua vitória nas primárias do PS, que o colocou no estatuto de secretário-geral de facto, à espera de ser formalmente eleito para este cargo nas directas de 21 de Novembro.

  • Sete personalidades de diferentes áreas apontam caminhos. Estão de acordo quanto ao exclusivo financiamento público dos partidos. Em nome da transparência, também defendem o reforço das incompatibilidades. Às candidaturas dos cidadãos é apontado o ónus de não assegurarem a governabilidade. Todos consideram necessária a aproximação dos eleitos aos eleitores.

  • Manuel Gaspar era comando em Moçambique quando rebentou a revolução do 25 de Abril. Obsessivamente leal à pátria e anticomunista, lutou contra os novos poderes em Moçambique e em Angola. Depois, voltou a Portugal, para se vingar. Foi um dos líderes do Codeco e da rede bombista de direita, foi preso, organizou a espectacular fuga de Alcoentre, em 1978. O jornalista Ricardo de Saavedra guardou durante 35 anos um depoimento impressionante. Publicou-o agora, com a chancela da Quetzal. O Puto — Autópsia dos Ventos da Liberdade

  • Não é apenas uma questão de cansaço. Um dos grandes problemas é o tacticismo estar a substituir a acção.

  • A França é hoje uma potência menos que média; perdeu a sua supremacia cultural e já não interessa seriamente ninguém. Mas deixou uma herança envenenada, a “Europa”.

  • O filósofo José Gil traçou previsões pessimistas para o futuro de Portugal e defendeu que a presença da troika aniquilou a capacidade de sonhar dos portugueses. As declarações foram feitas este domingo, em Macau, China.

  • Ao fim de quatro anos de pensamento único, “inevitável”, que varreu tudo, na política, da direita à esquerda, e na cabeça colocou os que perdiam a pensar como os que ganhavam, matou a revolta e a crítica.

  • O antigo Presidente da República Jorge Sampaio defendeu nesta segunda-feira que está por fazer “o percurso da regionalização da Saúde” e avisou que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) devia de ouvir mais os seus utilizadores.