• Em Junho de 1968, quando esperava vir a ser ministro da Educação, o pai de Marcelo foi escolhido por Salazar para governador-geral de Moçambique. Os filhos reuniram-se em conselho familiar para avaliar o convite.

  • Quando acabar a “lua-de-mel” com o Governo, o que fará Marcelo? Como tudo no actual PR, nem os astros sabem.

  • No comício do 1º de Maio, no Porto, o dirigente nacional Tiago Oliveira, da Intersindical, diz que “uma nova política só é possível com o aumento geral dos salários para melhorar os rendimentos da famílias, combater as desigualdades e o empobrecimento”

  • Muito do que hoje sabemos de quem somos e fomos como povo desde há cem anos a ele o devemos. Disto ninguém se jubila.

  • Ontem, na Assembleia da República, quase que poderíamos imaginar que Marcelo Rebelo de Sousa representava o maior partido português.

  • É certo que nem toda a gente é Vasco Lourenço, mas o seu espírito paira sobre as cabeças do PS, do Bloco, do PCP e de metade do PSD.