A França é hoje uma potência menos que média; perdeu a sua supremacia cultural e já não interessa seriamente ninguém. Mas deixou uma herança envenenada, a “Europa”.

  • A França é hoje uma potência menos que média; perdeu a sua supremacia cultural e já não interessa seriamente ninguém. Mas deixou uma herança envenenada, a “Europa”.

  • O filósofo José Gil traçou previsões pessimistas para o futuro de Portugal e defendeu que a presença da troika aniquilou a capacidade de sonhar dos portugueses. As declarações foram feitas este domingo, em Macau, China.

  • Ao fim de quatro anos de pensamento único, “inevitável”, que varreu tudo, na política, da direita à esquerda, e na cabeça colocou os que perdiam a pensar como os que ganhavam, matou a revolta e a crítica.

  • O antigo Presidente da República Jorge Sampaio defendeu nesta segunda-feira que está por fazer “o percurso da regionalização da Saúde” e avisou que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) devia de ouvir mais os seus utilizadores.

  • Apresentado muitas vezes como "o pai do Serviço Nacional de Saúde", António Arnaut afirma que, ao contrário de muitos políticos, é utente do SNS, tirando senha e aguardando cirurgias em lista de espera. Revolucionário e poeta, concede: "O SNS foi o melhor poema que escrevi."

  • Sabemos olhar para um jardim como património? Conquistámos já distância para lidar com o passado colonial português? Paisagistas, artistas e sociólogos discutem a polémica em torno do anúncio de supressão dos brasões coloniais do Jardim do Império, em Lisboa.

  • Há palavras de uso delicado no teatro português. Não são ditas entredentes, mas entre sorrisos de auto-ironia e auto-censura. Enquanto isso, no Chile, uma geração que pouco viveu das ditaduras quer fazer as suas revoluções a partir do teatro. E nós? Estamos mais atrás ou mais à frente?

  • É preciso plantar, regar e aparar os símbolos do Portugal colonial. Eis uma actividade da qual eu, como cidadão, prescindo alegremente.